Centrais sindicais preparam grande ato contra a reforma da previdência

Nesta terça-feira, 26 de fevereiro, as centrais sindicais (CUT, CTB, Força Sindical, Intersindical e CSP- Conlutas) se reúniram para discutir sobre a mobilização nacional e maneiras de intensificar a luta contra a reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro. Uma mobilização foi convocada para o dia 22 de março.

União dos sindicatos contra a reforma da previdência

O secretário nacional da CSP-CONLUTAS, Luiz Carlos Prates, o Mancha avaliou o encontro. “Acho que foi uma reunião importante onde se constatou que essa reforma da previdência proposta pelo governo Bolsonaro é uma destruição da previdência pública. As pessoas não vão mais se aposentar. Os mais pobres serão as mais prejudicadas. As mulheres ainda mais prejudicadas. Este discurso do governo e é um discurso para enganar os trabalhadores. O governo não quer acabar com privilégios dos privilegiado” disse o Mancha.

O secretário nacional da CSP-CONLUTAS, Luiz Carlos Prates, o Mancha avaliou o encontro. “Acho que foi uma reunião importante onde se constatou que essa reforma da previdência proposta pelo governo Bolsonaro é uma destruição da previdência pública. As pessoas não vão mais se aposentar. Os mais pobres serão as mais prejudicadas. As mulheres ainda mais prejudicadas. Este discurso do governo e é um discurso para enganar os trabalhadores. O governo não quer acabar com privilégios dos privilegiado” disse o Mancha.

Dia Nacional contra a reforma da previdência

O presidente da CUT, Vagner Freitas, informa que no próximo dia 22 será o Dia Nacional de Luta contra a reforma e que a ideia é mobilizar trabalhadores de todos os setores.

“Dia 22, Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência, rumo a uma greve geral. Importantíssimo este dia, Claro que é preciso reforçar o calendário do 08 de março, 14 de março, mais já ir construindo um grande dia 22 como nós fizemos a 2 anos atrás”.

Sensibilizar o Congresso para não aprovar a proposta de Bolsonaro

O secretário-geral força sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna falou da necessidade de construir uma agenda conjunta. “Vamos construir agora todo uma caminhada junto com os sindicatos das diversas centrais, junto com a sociedade, com os movimentos sociais para fazer uma boa discussão e influenciar o voto dos congressistas, porque afinal é no Congresso Nacional que vai ser decidido a nova a nova reforma”, concluiu Juruna.

Fonte: TVT

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